Arquivo de Carro - Blog Tiguard https://blog.tiguardcorretora.com/category/carro/ Wed, 14 Jan 2026 16:47:48 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://blog.tiguardcorretora.com/wp-content/uploads/2025/02/cropped-favicon2-32x32.png Arquivo de Carro - Blog Tiguard https://blog.tiguardcorretora.com/category/carro/ 32 32 CNH 2026: Tudo o que Mudou na Formação de Condutores (Guia Completo) https://blog.tiguardcorretora.com/cnh-2026-guia-completo/ https://blog.tiguardcorretora.com/cnh-2026-guia-completo/#respond Wed, 14 Jan 2026 16:41:28 +0000 https://blog.tiguardcorretora.com/?p=1641 Se você planeja tirar sua primeira habilitação ou está curioso sobre as novas regras do trânsito brasileiro, 2026 é o ano da grande virada. A Resolução Contran nº 1.020/25 entrou em vigor trazendo a maior reforma no processo de formação de condutores das últimas duas décadas. O objetivo do governo é claro: reduzir custos em até 80%, modernizar o aprendizado e facilitar o acesso ao documento. Mas o que isso muda na prática para você? Confira abaixo os principais pontos dessa transformação. 1. O Fim da “Ditadura” das Autoescolas Até 2025, passar por uma autoescola (Centro de Formação de Condutores – CFC) era o único caminho legal. Em 2026, isso mudou. 2. Aulas Teóricas: Estude Onde e Como Quiser Esqueça a obrigação de cumprir 45 horas presenciais dentro de uma sala. 3. Redução Drástica nas Aulas Práticas Esta é a mudança mais polêmica e impactante. Para as categorias A (moto) e B (carro), a carga horária mínima de aulas práticas caiu de 20 horas para apenas 2 horas registradas no Renach. 4. Custos: Ficou Realmente Mais Barato? A promessa é uma redução significativa no valor final da CNH. Ao eliminar a obrigatoriedade de pacotes fechados em autoescolas e permitir o estudo teórico gratuito, o custo das taxas administrativas e do exame prático torna-se o principal gasto. 5. O Papel do Exame Prático em 2026 Agora, o exame de direção é avaliado por uma comissão de três membros e pode contar com monitoramento eletrônico. Como o controle sobre o “percurso formativo” (as aulas) diminuiu, o rigor na hora da prova aumentou. É ali que o Estado verifica se você tem equilíbrio emocional e técnica para não colocar vidas em risco. 6. Como iniciar o processo? Se você já se sente pronto para dar o primeiro passo rumo à sua liberdade de dirigir, não perca tempo com intermediários desnecessários. O Governo Federal centralizou os serviços de habilitação para facilitar sua vida. Acesse agora o Portal de Serviços da Secretaria Senatran (antigo Denatran) através da sua conta GOV.BR e inicie sua solicitação de 1ª habilitação de forma digital e segura! ACESSAR PORTAL GOV.BR Conclusão: É uma Boa Mudança? O novo modelo de CNH em 2026 traz mais liberdade e menos burocracia, alinhando o Brasil a países como Estados Unidos e Reino Unido. No entanto, ele exige muito mais responsabilidade do candidato. Se você vai tirar sua CNH agora: E você, o que achou das mudanças? Acha que o trânsito ficará mais perigoso ou que o acesso à CNH finalmente ficou justo? Deixe seu comentário!

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Se você planeja tirar sua primeira habilitação ou está curioso sobre as novas regras do trânsito brasileiro, 2026 é o ano da grande virada. A Resolução Contran nº 1.020/25 entrou em vigor trazendo a maior reforma no processo de formação de condutores das últimas duas décadas.

O objetivo do governo é claro: reduzir custos em até 80%, modernizar o aprendizado e facilitar o acesso ao documento. Mas o que isso muda na prática para você? Confira abaixo os principais pontos dessa transformação.

1. O Fim da “Ditadura” das Autoescolas

Até 2025, passar por uma autoescola (Centro de Formação de Condutores – CFC) era o único caminho legal. Em 2026, isso mudou.

  • Liberdade de escolha: As autoescolas continuam existindo, mas agora dividem espaço com outras opções.
  • Instrutores Autônomos: Agora você pode contratar um instrutor credenciado de forma independente.
  • Veículo Próprio: Em alguns casos, as aulas práticas podem ser feitas com o veículo do próprio aluno ou de terceiros, desde que devidamente identificado e acompanhado por um profissional autorizado.

2. Aulas Teóricas: Estude Onde e Como Quiser

Esqueça a obrigação de cumprir 45 horas presenciais dentro de uma sala.

  • Sem carga horária mínima fixa: O foco agora é o conhecimento, não o tempo sentado na cadeira. Cada instituição pode criar sua proposta pedagógica.
  • Cursos Gratuitos e Online: O Governo Federal, através do aplicativo CNH do Brasil, passou a oferecer conteúdos teóricos gratuitos. Você também pode optar por cursos EaD (Ensino a Distância) de entidades privadas ou Escolas Públicas de Trânsito.
  • O Filtro é a Prova: Como o estudo ficou flexível, o exame teórico do Detran tornou-se mais rigoroso para garantir que o candidato realmente aprendeu a legislação.

3. Redução Drástica nas Aulas Práticas

Esta é a mudança mais polêmica e impactante. Para as categorias A (moto) e B (carro), a carga horária mínima de aulas práticas caiu de 20 horas para apenas 2 horas registradas no Renach.

  • Atenção: Isso não significa que 2 horas sejam suficientes para aprender a dirigir. O candidato pode (e deve) fazer mais aulas se sentir necessidade.
  • Foco no Exame: Com apenas 2 horas obrigatórias, o exame prático passa a ser o “grande juiz”. Se você não estiver bem preparado, a economia nas aulas pode se tornar um prejuízo com taxas de reprovação.
  • Instrutor continua obrigatório, mas o modelo muda: Apesar de interpretações equivocadas que circularam após a publicação da norma, a formação prática não foi liberada sem instrutor. A resolução deixa claro que todas as aulas práticas devem ocorrer com acompanhamento e supervisão de instrutor de trânsito devidamente autorizado. A diferença é que esse instrutor pode atuar de forma autônoma ou vinculado a uma autoescola. O veículo utilizado nas aulas também pode ser do próprio candidato ou de terceiros, desde que identificado conforme as regras e acompanhado por instrutor habilitado. Essa mudança amplia as possibilidades e reduz custos, mas exige fiscalização rigorosa para evitar improvisos que coloquem em risco a segurança viária.

4. Custos: Ficou Realmente Mais Barato?

A promessa é uma redução significativa no valor final da CNH. Ao eliminar a obrigatoriedade de pacotes fechados em autoescolas e permitir o estudo teórico gratuito, o custo das taxas administrativas e do exame prático torna-se o principal gasto.

  • Economia real: Candidatos que já possuem noção de direção ou facilidade de aprendizado podem economizar milhares de reais.
  • Risco de “Economia Ilusória”: Especialistas alertam que o barato pode sair caro se o aluno tentar o exame sem estar pronto. Reprovar sucessivamente e pagar novas taxas pode anular a economia inicial.

5. O Papel do Exame Prático em 2026

Agora, o exame de direção é avaliado por uma comissão de três membros e pode contar com monitoramento eletrônico. Como o controle sobre o “percurso formativo” (as aulas) diminuiu, o rigor na hora da prova aumentou. É ali que o Estado verifica se você tem equilíbrio emocional e técnica para não colocar vidas em risco.

6. Como iniciar o processo?

Se você já se sente pronto para dar o primeiro passo rumo à sua liberdade de dirigir, não perca tempo com intermediários desnecessários. O Governo Federal centralizou os serviços de habilitação para facilitar sua vida.

Acesse agora o Portal de Serviços da Secretaria Senatran (antigo Denatran) através da sua conta GOV.BR e inicie sua solicitação de 1ª habilitação de forma digital e segura!

ACESSAR PORTAL GOV.BR

Conclusão: É uma Boa Mudança?

O novo modelo de CNH em 2026 traz mais liberdade e menos burocracia, alinhando o Brasil a países como Estados Unidos e Reino Unido. No entanto, ele exige muito mais responsabilidade do candidato.

Se você vai tirar sua CNH agora:

  1. Aproveite os conteúdos gratuitos para estudar muito a teoria.
  2. Não tente “pular etapas” na prática só por causa do mínimo de 2 horas.
  3. Escolha bons instrutores (sejam eles de autoescolas ou autônomos).

E você, o que achou das mudanças? Acha que o trânsito ficará mais perigoso ou que o acesso à CNH finalmente ficou justo? Deixe seu comentário!

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Fim da autoescola obrigatória: entenda o que está em jogo e como isso pode impactar você https://blog.tiguardcorretora.com/fim-da-autoescola-obrigatoria-n/ https://blog.tiguardcorretora.com/fim-da-autoescola-obrigatoria-n/#respond Sun, 19 Oct 2025 18:22:44 +0000 https://blog.tiguardcorretora.com/?p=1617 Uma proposta em debate promete mudar a forma como os brasileiros tiram a CNH. Descubra os principais pontos, os prós e contras, e como se planejar diante das mudanças. Será que dirigir vai ficar mais fácil? Imagine um jovem sonhando em comprar o primeiro carro. Ele trabalha duro, economiza, e quando chega a hora de tirar a habilitação, vem o susto: custos altos com autoescola, taxas e tempo de espera. Agora, surge uma proposta que promete acabar com a obrigatoriedade das autoescolas para a obtenção da CNH — algo que divide opiniões e acende um debate nacional. Mas afinal, o que muda na prática? É realmente o “fim das autoescolas” ou apenas uma nova forma de conduzir (sem trocadilhos) o processo de habilitação? E mais: como essa mudança pode influenciar nossa segurança no trânsito e até mesmo nosso planejamento financeiro? Vamos entender os principais pontos dessa proposta e refletir juntos sobre o que ela representa — não apenas para quem quer dirigir, mas para quem busca viver com mais liberdade, proteção e tranquilidade. 1. O que está sendo proposto: o fim da obrigatoriedade, não o fim das autoescolas Antes de tudo, é importante esclarecer: as autoescolas não serão proibidas. A proposta que está em debate prevê o fim da obrigatoriedade de frequentar aulas práticas e teóricas em autoescolas para quem deseja tirar a primeira habilitação nas categorias A e B — moto e carro. Em outras palavras, o cidadão poderia optar entre fazer o processo com uma autoescola ou se preparar por conta própria, estudando de forma independente e apresentando-se apenas para as provas oficiais do Detran. A justificativa é simples: reduzir custos, facilitar o acesso à habilitação e dar mais autonomia aos brasileiros. Por outro lado, críticos da proposta alertam para o risco de formar motoristas menos preparados — o que poderia impactar a segurança no trânsito. Afinal, liberdade sem preparo pode custar caro. 2. O impacto financeiro: o que muda no bolso do brasileiro Hoje, o custo médio para tirar uma CNH no Brasil gira entre R$ 2.000 e R$ 3.000, dependendo do estado. Isso inclui aulas, taxas e exames. A proposta promete reduzir esse valor consideravelmente, já que o candidato poderia estudar sozinho e pagar apenas pelas provas. Para muitos jovens e famílias de baixa renda, isso soa como uma oportunidade. Afinal, dirigir é mais que um conforto — é autonomia, chance de trabalho e mobilidade. Mas aqui vale uma reflexão: o barato pode sair caro se o preparo não for suficiente. Um acidente, mesmo pequeno, pode gerar despesas altas, danos a terceiros e muita dor de cabeça. Por isso, mesmo que o acesso à CNH fique mais fácil, a importância de se proteger e planejar continua a mesma. É aqui que soluções como o seguro de automóvel e até consórcios ganham espaço, oferecendo alternativas seguras e acessíveis para quem quer dirigir com tranquilidade e responsabilidade. 3. Segurança no trânsito: liberdade com responsabilidade Um dos maiores receios dos especialistas em trânsito é o aumento de acidentes causados por motoristas inexperientes. E isso faz sentido: dirigir não é apenas saber controlar o veículo, mas também entender o comportamento humano, prever situações e reagir com calma. As aulas práticas nas autoescolas ajudam justamente nisso — a lidar com o trânsito real, com pedestres, cruzamentos e imprevistos. Mas se a proposta for aprovada, o papel da educação e da consciência individual será ainda mais importante. O motorista precisará se preparar de verdade, seja por meio de simuladores, estudos online ou com a ajuda de instrutores particulares. Em outras palavras: o trânsito é um espaço coletivo, e a liberdade de dirigir vem acompanhada da responsabilidade de proteger vidas. 4. Um novo cenário de oportunidades e desafios Essa mudança também pode abrir novas portas no mercado. Autoescolas podem se reinventar, oferecendo planos personalizados, aulas avulsas, treinamentos avançados e cursos de direção defensiva. Além disso, com mais pessoas tendo acesso à habilitação, o mercado automotivo tende a crescer — e junto dele, a busca por soluções financeiras inteligentes, como: Tudo isso forma um ecossistema de planejamento e segurança, que vai muito além de apenas dirigir — é sobre viver com mais tranquilidade, sabendo que cada passo está protegido. 5. E se o projeto for aprovado: o que fazer? Se o fim da autoescola obrigatória se tornar realidade, o primeiro passo será buscar informação e se planejar bem. O candidato à CNH precisará estudar o conteúdo teórico do Código de Trânsito Brasileiro, treinar a prática com responsabilidade (de preferência com alguém experiente) e garantir que esteja realmente pronto para enfrentar o exame. Dicas práticas para se preparar: Liberdade com consciência é o verdadeiro caminho O possível fim da autoescola obrigatória traz uma mensagem importante: o futuro pertence a quem se prepara. Mais do que economizar, é preciso entender o valor da responsabilidade, da segurança e do planejamento. Afinal, dirigir é uma conquista — mas cuidar da vida, dos sonhos e do patrimônio é o que garante que essa conquista dure. Por isso, antes de pensar em pegar a estrada, pense em como está o seu planejamento de vida. Ter um seguro, um consórcio ou um bom plano financeiro não é gasto — é tranquilidade para viver o presente e confiança para avançar no futuro. No trânsito e na vida, quem se planeja, chega mais longe. 🚘 Artigo produzido por Tiguard Corretora de Seguros e Soluções Financeiras.

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Uma proposta em debate promete mudar a forma como os brasileiros tiram a CNH. Descubra os principais pontos, os prós e contras, e como se planejar diante das mudanças.

Será que dirigir vai ficar mais fácil?

Imagine um jovem sonhando em comprar o primeiro carro. Ele trabalha duro, economiza, e quando chega a hora de tirar a habilitação, vem o susto: custos altos com autoescola, taxas e tempo de espera. Agora, surge uma proposta que promete acabar com a obrigatoriedade das autoescolas para a obtenção da CNH — algo que divide opiniões e acende um debate nacional.

Mas afinal, o que muda na prática? É realmente o “fim das autoescolas” ou apenas uma nova forma de conduzir (sem trocadilhos) o processo de habilitação? E mais: como essa mudança pode influenciar nossa segurança no trânsito e até mesmo nosso planejamento financeiro?

Vamos entender os principais pontos dessa proposta e refletir juntos sobre o que ela representa — não apenas para quem quer dirigir, mas para quem busca viver com mais liberdade, proteção e tranquilidade.

1. O que está sendo proposto: o fim da obrigatoriedade, não o fim das autoescolas

Antes de tudo, é importante esclarecer: as autoescolas não serão proibidas. A proposta que está em debate prevê o fim da obrigatoriedade de frequentar aulas práticas e teóricas em autoescolas para quem deseja tirar a primeira habilitação nas categorias A e B — moto e carro.

Em outras palavras, o cidadão poderia optar entre fazer o processo com uma autoescola ou se preparar por conta própria, estudando de forma independente e apresentando-se apenas para as provas oficiais do Detran.

A justificativa é simples: reduzir custos, facilitar o acesso à habilitação e dar mais autonomia aos brasileiros. Por outro lado, críticos da proposta alertam para o risco de formar motoristas menos preparados — o que poderia impactar a segurança no trânsito. Afinal, liberdade sem preparo pode custar caro.

2. O impacto financeiro: o que muda no bolso do brasileiro

Hoje, o custo médio para tirar uma CNH no Brasil gira entre R$ 2.000 e R$ 3.000, dependendo do estado. Isso inclui aulas, taxas e exames. A proposta promete reduzir esse valor consideravelmente, já que o candidato poderia estudar sozinho e pagar apenas pelas provas.

Para muitos jovens e famílias de baixa renda, isso soa como uma oportunidade. Afinal, dirigir é mais que um conforto — é autonomia, chance de trabalho e mobilidade.

Mas aqui vale uma reflexão: o barato pode sair caro se o preparo não for suficiente. Um acidente, mesmo pequeno, pode gerar despesas altas, danos a terceiros e muita dor de cabeça.

Por isso, mesmo que o acesso à CNH fique mais fácil, a importância de se proteger e planejar continua a mesma. É aqui que soluções como o seguro de automóvel e até consórcios ganham espaço, oferecendo alternativas seguras e acessíveis para quem quer dirigir com tranquilidade e responsabilidade.

3. Segurança no trânsito: liberdade com responsabilidade

Um dos maiores receios dos especialistas em trânsito é o aumento de acidentes causados por motoristas inexperientes. E isso faz sentido: dirigir não é apenas saber controlar o veículo, mas também entender o comportamento humano, prever situações e reagir com calma.

As aulas práticas nas autoescolas ajudam justamente nisso — a lidar com o trânsito real, com pedestres, cruzamentos e imprevistos.

Mas se a proposta for aprovada, o papel da educação e da consciência individual será ainda mais importante. O motorista precisará se preparar de verdade, seja por meio de simuladores, estudos online ou com a ajuda de instrutores particulares.

Em outras palavras: o trânsito é um espaço coletivo, e a liberdade de dirigir vem acompanhada da responsabilidade de proteger vidas.

4. Um novo cenário de oportunidades e desafios

Essa mudança também pode abrir novas portas no mercado. Autoescolas podem se reinventar, oferecendo planos personalizados, aulas avulsas, treinamentos avançados e cursos de direção defensiva.

Além disso, com mais pessoas tendo acesso à habilitação, o mercado automotivo tende a crescer — e junto dele, a busca por soluções financeiras inteligentes, como:

  • Consórcios para quem quer conquistar o primeiro carro sem juros;
  • Seguros veiculares que cabem no bolso, garantindo proteção contra imprevistos;
  • Empréstimos com garantia de veículo para reorganizar a vida financeira e manter tudo em dia.

Tudo isso forma um ecossistema de planejamento e segurança, que vai muito além de apenas dirigir — é sobre viver com mais tranquilidade, sabendo que cada passo está protegido.

5. E se o projeto for aprovado: o que fazer?

Se o fim da autoescola obrigatória se tornar realidade, o primeiro passo será buscar informação e se planejar bem.

O candidato à CNH precisará estudar o conteúdo teórico do Código de Trânsito Brasileiro, treinar a prática com responsabilidade (de preferência com alguém experiente) e garantir que esteja realmente pronto para enfrentar o exame.

Dicas práticas para se preparar:

  • Estude com disciplina: use plataformas online e materiais gratuitos para reforçar o aprendizado.
  • Treine com segurança: pratique em locais tranquilos e sempre acompanhado de alguém habilitado.
  • Planeje financeiramente: leve em conta taxas, exames e custos com veículo, manutenção e seguro.
  • Pense a longo prazo: ter um carro é liberdade, mas também compromisso — planejar é o segredo.

Liberdade com consciência é o verdadeiro caminho

O possível fim da autoescola obrigatória traz uma mensagem importante: o futuro pertence a quem se prepara. Mais do que economizar, é preciso entender o valor da responsabilidade, da segurança e do planejamento.

Afinal, dirigir é uma conquista — mas cuidar da vida, dos sonhos e do patrimônio é o que garante que essa conquista dure.

Por isso, antes de pensar em pegar a estrada, pense em como está o seu planejamento de vida. Ter um seguro, um consórcio ou um bom plano financeiro não é gasto — é tranquilidade para viver o presente e confiança para avançar no futuro.

No trânsito e na vida, quem se planeja, chega mais longe. 🚘

Artigo produzido por Tiguard Corretora de Seguros e Soluções Financeiras.

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Saiba por que é importante fazer uma revisão no carro antes de viajar https://blog.tiguardcorretora.com/saiba-por-que-e-importante-fazer-uma-revisao-no-carro-antes-de-viajar/ https://blog.tiguardcorretora.com/saiba-por-que-e-importante-fazer-uma-revisao-no-carro-antes-de-viajar/#respond Wed, 30 Apr 2025 16:14:59 +0000 https://blog.tiguardcorretora.com/?p=1531 Quem viaja de carro não pode marcar bobeira! Veja como fazer a revisão do seu veículo para aproveitar a sua viagem despreocupado! Tão importante quanto escolher o destino, reservar hotéis e definir os passeios é fazer a revisão no carro antes de viajar. Afinal, você não vai querer comprometer a viagem por um fato que poderia ter sido evitado com uma simples passagem por uma oficina de sua confiança, não é mesmo? Realizar um check-up no seu carro é a melhor forma de prevenir problemas no seu carro. Em épocas de grande movimentação, como feriados prolongados (Carnaval e festas de fim de ano, por exemplo) ou férias escolares, as rodovias registram tráfego maior de veículos e também um número elevado de acidentes — muitos deles causados por falta de medidas básicas de segurança. De acordo com dados da PRF, entre 2011 e 2020 ocorreram quase 60 mil acidentes por conta de falhas mecânicas. Você já pensou que a prevenção, além das melhores práticas no volante, tem total relação com a revisão do seu carro? Foi pensando nesse aspecto que resolvemos conversar mais sobre a revisão de prevenção. Você vai saber o que precisa checar no seu carro para viajar com muito mais tranquilidade. Confira todas as informações e dicas! O que fazer antes da revisão do seu carro? Antes do check-up, você deve prestar atenção em alguns detalhes. A primeira é que a revisão do veículo não deve ser feita um ou dias antes da data da viagem. Leve-o com pelo menos uma semana de antecedência. Dessa forma, caso seja preciso trocar alguma peça ou fazer algum procedimento mais demorado, você terá tempo para deixar o carro na oficina, sem comprometer o planejamento. Em segundo lugar, escolha uma oficina de sua confiança para fazer a revisão. Os itens que serão conferidos são de vital importância para o pleno funcionamento do veículo e seu desempenho seguro nas rodovias. Portanto, não é recomendável deixar seu carro nas mãos de um profissional capacitado. Fazer a revisão não só garante a segurança da sua família na estrada e de todos os outros condutores, como também preserva as condições do carro. Se todas as peças estiverem em perfeito estado, o veículo trabalhará de forma eficiente, economizará combustível e saberá responder a situações de emergências, como freadas bruscas e ultrapassagens (somente as permitidas, é claro). Quais são os tipos de revisão? Também é muito válido falar sobre as diferentes formas de se fazer revisão no carro. Elas, no caso, estão de acordo com o momento em que a inspeção é realizada. Confira abaixo as 3 maneiras de executar a vistoria no seu veículo! Revisão preventiva Existe aquela máxima de que é melhor prevenir do que remediar, certo? Com a vida útil do nosso carro não é diferente. A revisão preventiva é a que mantém tudo sempre em ordem, com a manutenção de todas as peças em dia, a fim de que não ocorram problemas futuros. Nessa situação, as peças já são trocadas quando começam a demonstrar algum desgaste, seja por tempo ou por quilometragem, evitando estragos e acidentes. Vale ressaltar que essa é a melhor maneira de revisar, principalmente em se tratando de revisão no carro para viagem. Como veremos adiante, a falta desse tipo de manutenção gera multas bastante desagradáveis e acidentes. Você sabia que o fabricante do seu carro determina itens a serem verificados e, se necessário, substituídos? Realizar essa revisão recomendada pelo fabricante também é muito importante. É um cuidado que evita transtornos, como veículo parado por pane mecânica e elevação do custo de manutenção — que deixa de ser preventiva e passa a ser corretiva. Revisão preditiva A revisão preditiva é feita a partir de uma prévia análise técnica, ou seja, de acordo com as recomendações do fabricante. Por meio das informações básicas do veículo, ela observa se realmente é necessária alguma manutenção naquele momento. Um ótimo exemplo é quando o fabricante recomenda a troca de amortecedores após 40.000 km rodados. Com a revisão preditiva, será relevado se realmente é necessária a substituição, se ela pode ser feita depois dessa quilometragem ou, ao contrário, se já deveria ter sido realizada com 30.000 km. Revisão corretiva Não deu para fazer uma revisão preventiva ou preditiva? Ainda dá tempo de salvar o carro! Com a manutenção corretiva, o que está com problemas, com defeito ou quebrado é diagnosticado — troca-se tudo que é necessário. Um bom exemplo é quando a correia do carro se rompe, sendo necessária a substituição por uma nova. Quais itens devem ser checados na revisão do veículo? Quando realizamos a revisão do carro, devemos ter atenção a detalhes imprescindíveis para o seu bom funcionamento e desempenho. A seguir, listamos os principais itens que devem passar pelo check-up. 1. Pneus A forma mais simples de revisar os pneus é com a calibragem, de acordo com as determinações do fabricante para um carro cheio. Eles também devem estar sem desgastes e bolhas. Afinal, a deterioração da banda de rodagem, quando de maneira irregular, indica desalinhamento de suspensão ou uso inadequado por um longo período. Para ajudar nessa inspeção, devemos saber que, de acordo com a resolução 558/80 do Código Trânsito Brasileiro, os sulcos do pneu devem ter, no mínimo, 1,6 mm de profundidade. O produto novo apresenta, em média, 8 mm. Logo, percebe-se que é vital a drenagem correta da banda de rodagem, principalmente em casos de chuva e aquaplanagem. Aqui, também não se deve esquecer de incluir os estepes na revisão dos pneus. Eles também precisam estar nas mesmas condições daqueles em uso, uma vez que farão as vezes em caso de necessidade de troca no meio da estrada. 2. Rodas Olham-se os pneus, mas esquecem-se das rodas. Erro grave! As rodas de ferro também precisam ser checadas, principalmente se apresentarem amassados. Além disso, se a pressão do pneu estiver mais baixa, pode ser que, de fato, a sua roda esteja com algum problema — e isso gera fuga de ar. Caso você note essa situação no veículo, é só levá-lo a um borracheiro. Aproveite também para observar quebras

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Quem viaja de carro não pode marcar bobeira! Veja como fazer a revisão do seu veículo para aproveitar a sua viagem despreocupado!

Tão importante quanto escolher o destino, reservar hotéis e definir os passeios é fazer a revisão no carro antes de viajar. Afinal, você não vai querer comprometer a viagem por um fato que poderia ter sido evitado com uma simples passagem por uma oficina de sua confiança, não é mesmo?

Realizar um check-up no seu carro é a melhor forma de prevenir problemas no seu carro. Em épocas de grande movimentação, como feriados prolongados (Carnaval e festas de fim de ano, por exemplo) ou férias escolares, as rodovias registram tráfego maior de veículos e também um número elevado de acidentes — muitos deles causados por falta de medidas básicas de segurança.

De acordo com dados da PRF, entre 2011 e 2020 ocorreram quase 60 mil acidentes por conta de falhas mecânicas. Você já pensou que a prevenção, além das melhores práticas no volante, tem total relação com a revisão do seu carro?

Foi pensando nesse aspecto que resolvemos conversar mais sobre a revisão de prevenção. Você vai saber o que precisa checar no seu carro para viajar com muito mais tranquilidade. Confira todas as informações e dicas!

O que fazer antes da revisão do seu carro?

Cliente e prestador de serviço conversando sobre carro no Centro Automotivo Porto

Antes do check-up, você deve prestar atenção em alguns detalhes. A primeira é que a revisão do veículo não deve ser feita um ou dias antes da data da viagem. Leve-o com pelo menos uma semana de antecedência. Dessa forma, caso seja preciso trocar alguma peça ou fazer algum procedimento mais demorado, você terá tempo para deixar o carro na oficina, sem comprometer o planejamento.

Em segundo lugar, escolha uma oficina de sua confiança para fazer a revisão. Os itens que serão conferidos são de vital importância para o pleno funcionamento do veículo e seu desempenho seguro nas rodovias. Portanto, não é recomendável deixar seu carro nas mãos de um profissional capacitado.

Fazer a revisão não só garante a segurança da sua família na estrada e de todos os outros condutores, como também preserva as condições do carro. Se todas as peças estiverem em perfeito estado, o veículo trabalhará de forma eficiente, economizará combustível e saberá responder a situações de emergências, como freadas bruscas e ultrapassagens (somente as permitidas, é claro).

Quais são os tipos de revisão?

Também é muito válido falar sobre as diferentes formas de se fazer revisão no carro. Elas, no caso, estão de acordo com o momento em que a inspeção é realizada. Confira abaixo as 3 maneiras de executar a vistoria no seu veículo!

Revisão preventiva

Existe aquela máxima de que é melhor prevenir do que remediar, certo? Com a vida útil do nosso carro não é diferente. A revisão preventiva é a que mantém tudo sempre em ordem, com a manutenção de todas as peças em dia, a fim de que não ocorram problemas futuros.

Nessa situação, as peças já são trocadas quando começam a demonstrar algum desgaste, seja por tempo ou por quilometragem, evitando estragos e acidentes. Vale ressaltar que essa é a melhor maneira de revisar, principalmente em se tratando de revisão no carro para viagem. Como veremos adiante, a falta desse tipo de manutenção gera multas bastante desagradáveis e acidentes.

Você sabia que o fabricante do seu carro determina itens a serem verificados e, se necessário, substituídos? Realizar essa revisão recomendada pelo fabricante também é muito importante. É um cuidado que evita transtornos, como veículo parado por pane mecânica e elevação do custo de manutenção — que deixa de ser preventiva e passa a ser corretiva.

Revisão preditiva

A revisão preditiva é feita a partir de uma prévia análise técnica, ou seja, de acordo com as recomendações do fabricante. Por meio das informações básicas do veículo, ela observa se realmente é necessária alguma manutenção naquele momento.

Um ótimo exemplo é quando o fabricante recomenda a troca de amortecedores após 40.000 km rodados. Com a revisão preditiva, será relevado se realmente é necessária a substituição, se ela pode ser feita depois dessa quilometragem ou, ao contrário, se já deveria ter sido realizada com 30.000 km.

Revisão corretiva

Não deu para fazer uma revisão preventiva ou preditiva? Ainda dá tempo de salvar o carro! Com a manutenção corretiva, o que está com problemas, com defeito ou quebrado é diagnosticado — troca-se tudo que é necessário. Um bom exemplo é quando a correia do carro se rompe, sendo necessária a substituição por uma nova.

Quais itens devem ser checados na revisão do veículo?

Prestadora do Centro Automotivo Porto fazendo manutenção em pneu

Quando realizamos a revisão do carro, devemos ter atenção a detalhes imprescindíveis para o seu bom funcionamento e desempenho. A seguir, listamos os principais itens que devem passar pelo check-up.

1. Pneus

A forma mais simples de revisar os pneus é com a calibragem, de acordo com as determinações do fabricante para um carro cheio. Eles também devem estar sem desgastes e bolhas. Afinal, a deterioração da banda de rodagem, quando de maneira irregular, indica desalinhamento de suspensão ou uso inadequado por um longo período.

Para ajudar nessa inspeção, devemos saber que, de acordo com a resolução 558/80 do Código Trânsito Brasileiro, os sulcos do pneu devem ter, no mínimo, 1,6 mm de profundidade. O produto novo apresenta, em média, 8 mm. Logo, percebe-se que é vital a drenagem correta da banda de rodagem, principalmente em casos de chuva e aquaplanagem.

Aqui, também não se deve esquecer de incluir os estepes na revisão dos pneus. Eles também precisam estar nas mesmas condições daqueles em uso, uma vez que farão as vezes em caso de necessidade de troca no meio da estrada.

2. Rodas

Olham-se os pneus, mas esquecem-se das rodas. Erro grave! As rodas de ferro também precisam ser checadas, principalmente se apresentarem amassados. Além disso, se a pressão do pneu estiver mais baixa, pode ser que, de fato, a sua roda esteja com algum problema — e isso gera fuga de ar.

Caso você note essa situação no veículo, é só levá-lo a um borracheiro. Aproveite também para observar quebras e trincas nas rodas de liga. Uma vez estragadas, elas devem ser substituídas o quanto antes.

3. Alinhamento da suspensão e balanceamento das rodas

Tudo certo com rodas e pneus? Então, é a hora de revisar os alinhamentos e balanceamentos do seu carro. Afinal, só são percebidos problemas em situações de maior velocidade, como é o caso de uma viagem na estrada.

Os sintomas de uma roda desbalanceada são vibrações no volante, por exemplo. Em caso de direção desalinhada, no entanto, o carro começa a “puxar para um lado”. Se recentemente você passou por um buraco ou acertou uma calçada, é interessante verificar esses alinhamentos e balanceamentos. Também dá para perceber o problema com pequenos ruídos, como se alguma coisa estivesse frouxa.

4. Sistema elétrico

Também é fundamental checar todas as luzes do carro: setas, freios, luz de ré, farol alto e baixo, pisca-alerta, entre outros. Para uma viagem tranquila, esses itens são essenciais, uma vez que na estrada contamos somente com a iluminação vinda dos veículos.

Além disso, não se esqueça de verificar a bateria, o motor de partida, o alternador e, é claro, todas as lâmpadas e fusíveis do seu carro. Em situações de chuva ou neblina, todos esses detalhes farão grande diferença na direção segura. No mais, veja também se as luzes do painel estão funcionando devidamente.

5. Para-brisas e sistema de limpeza dos vidros

Por falar em chuva, as palhetas devem estar fluindo bem no vidro dianteiro e traseiro do veículo. Se não estiverem, você não terá uma boa visão. É sempre recomendado, aliás, observar se já estão ressecadas.

Os limpadores e os desembaçadores precisam estar em bom funcionamento e o nível do reservatório de limpeza também. E, em caso de ar-condicionado, é interessante ter sempre um spray antiembaçante e um paninho de algodão para ajudar na estrada.

6. Equipamentos de segurança

Já falamos do estepe, mas também é importante ter todo o kit de equipamentos de segurança completo e em perfeito estado dentro do carro. Confira, por exemplo, se o triângulo, o macaco e outras ferramentas, como chave de roda, estão em boas condições de uso e guardados de forma correta no veículo.

Como são itens pouco usados, as pessoas geralmente se esquecem de conferir seu funcionamento. Imagine você precisar fazer uma parada no acostamento e perceber, somente naquele momento, que uma haste do seu triângulo está quebrada, que falta alguma chave no kit ou que o macaco está emperrado.

7. Freios

Imprevistos e acidentes, infelizmente, podem surpreender o motorista na estrada. Em situações que envolvem velocidades maiores, então, é bom que o sistema de freios esteja em excelente estado para que não aconteçam problemas graves.

Longe de dizer que os outros itens desta lista não sejam tão importantes, mas os freios de um carro são um dos aspectos cruciais quando o assunto é segurança no trânsito — principalmente, nas rodovias. Realize sempre uma revisão preventiva e peça para conferir com atenção todos os discos e pastilhas.

8. Fluidos

Óleo do motor, transmissão, direção hidráulica e embreagem devem ser conferidos, além dos filtros — filtro de ar, filtro de ar-condicionado e filtro de combustível. Em longas viagens, inclusive, o carro exige mais do motor, que precisa estar preparado para responder adequadamente aos comandos do condutor.

Em relação aos fluidos, eles devem estar dentro da validade de troca e no nível correto — lembra-se da revisão preditiva? Verifique se há presença de vazamentos, como do óleo do motor e transmissão, do líquido de arrefecimento ou do próprio combustível do reservatório de partida a frio, em caso de carros flex.

Para não ter surpresas desagradáveis, abasteça sempre em postos conhecidos e nunca deixe o mesmo combustível muito tempo parado no tanque, principalmente antes de pegar estrada.

9. Correias dentadas

Toda boa revisão no carro para viagem também considera as correias dentadas, que devem ser verificadas, em média, a cada 50.000 km rodados. No entanto, é interessante checar a necessidade de troca a cada 15.000 km, uma vez que podem surgir desgastes e trincas. Nunca negligencie esse detalhe do veículo, já que o rompimento da correia pode danificar de forma séria o motor.

O que mais devo saber sobre a revisão do carro para viagem?

Estar com a revisão em dia não é apenas uma medida positiva a fim de garantir a segurança de todos e a vida útil do carro. Caso você não saiba, um veículo sem revisão gera multa.

Os artigos 104 e 230 do Código de Trânsito Brasileiro dizem que, ao conduzir o automóvel em mau estado de conservação ou reprovado na avaliação de inspeção de segurança e de emissão de poluentes e ruído, o condutor está sujeito a multa grave — além da perda de 5 pontos na Carteira de Habilitação.

Portanto, se você não realiza a revisão no carro, considerando todos os pontos destacados até aqui, pode ter esse problema adicional. Seu veículo, inclusive, será retido como medida administrativa, já que está sem condições de trafegar conforme estipula a lei. Vale ressaltar que essa regra vale para todos os modelos de automóveis, qualquer que seja o ano de fabricação.

Agora que você já conhece as dicas para fazer a revisão no carro, está pronto para planejar os outros detalhes da sua próxima viagem. Lembre-se, no entanto, de que é recomendado inspecionar seu veículo a cada 6 meses ou, então, a cada 10.000 km rodados — o que acontecer primeiro.

Seja um veículo de uso constante ou um “carro de garagem”, a revisão é fundamental em todos os casos. Feita a checagem, você já está pronto para viajar. Saia sempre de tanque cheio e, em trajetos longos, complete-o ao chegar na metade — a não ser que você conheça bem a estrada e saiba a localização de postos de combustível de qualidade.

Além da revisão no carro, se a viagem for ultrapassar 2 horas de duração, leve garrafas de água e lanches rápidos, principalmente se estiver com crianças ou idosos. Combinado?

Com as malas prontas e a revisão de viagem feita, agora é só ter cuidado e curtir seu passeio!

E para uma viagem mais tranquila! Conte com o nosso Seguro Auto e tenha assistência 24h em caso de imprevistos! Fale com um de nossos corretores para uma cotação gratuita e do seu jeito!

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Como seu carro pode te ajudar a receber crédito rápido? https://blog.tiguardcorretora.com/como-seu-carro-pode-te-ajudar-a-receber-credito-rapido/ https://blog.tiguardcorretora.com/como-seu-carro-pode-te-ajudar-a-receber-credito-rapido/#respond Thu, 27 Mar 2025 14:32:14 +0000 https://blog.tiguardcorretora.com/?p=1357 Empréstimo com garantia de veículo: até 90% do valor do seu carro, com taxas de juros menores e crédito rápido. Você está precisando de dinheiro para quitar dívidas, fazer uma reforma, investir no seu negócio ou realizar um sonho? Seu carro pode ser a solução para os seus problemas financeiros. Com o empréstimo com garantia de veículo do Porto Bank, você consegue até 90% do valor do seu carro, limitado a R$300 mil, com até 60 meses para pagar. E, como se não bastasse, ainda conta com taxas de juros menores do que outras linhas de empréstimos. Aqui estão as vantagens do empréstimo com garantia de veículo da Porto: Não perca essa oportunidade! Seu carro pode ser a solução para os seus problemas financeiros.Acesse nosso site e fale com um Corretor para saber como contratar o Empréstimo com Garantia do Porto Bank. Ele vai te ajudar a entender se o empréstimo com garantia de veículo é a melhor opção para você. Fonte: Blog Porto

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Empréstimo com garantia de veículo: até 90% do valor do seu carro, com taxas de juros menores e crédito rápido.

Você está precisando de dinheiro para quitar dívidas, fazer uma reforma, investir no seu negócio ou realizar um sonho? Seu carro pode ser a solução para os seus problemas financeiros.

Com o empréstimo com garantia de veículo do Porto Bank, você consegue até 90% do valor do seu carro, limitado a R$300 mil, com até 60 meses para pagar. E, como se não bastasse, ainda conta com taxas de juros menores do que outras linhas de empréstimos.

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Fonte: Blog Porto

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O que é sinistro em um seguro de carro? https://blog.tiguardcorretora.com/o-que-e-sinistro-em-um-seguro-de-carro/ https://blog.tiguardcorretora.com/o-que-e-sinistro-em-um-seguro-de-carro/#respond Tue, 25 Mar 2025 18:47:30 +0000 https://blog.tiguardcorretora.com/?p=1339 O termo “sinistro” é abrangente e, por isso, preparamos este artigo para explicar os vários significados ligados a essa palavra no mundo do seguro auto. Vamos lá? Sinistro é qualquer acidente que envolva o carro segurado de forma involuntária. Por exemplo: quando o automóvel bate, “sinistro” pode ser usado tanto para a perda total gerada por esse acidente quanto para um simples arranhão em uma lanterna. O termo, porém, não é só utilizado em casos de colisão.  Temporais, enchentes, roubo, furto, incêndios; além de danos a terceiros também são chamados de sinistros. Além do sinistro, é importante que você conheça outros termos que estão relacionados ao tema. Veja quais: Aviso de sinistro: comunicação enviada sobre a ocorrência do evento previsto na apólice. Alguns exemplos de sinistro: colisão, roubo ou furto, incêndio, enchente ou alagamento, etc. Colisão: é a batida propriamente dita do veículo segurado. Há a colisão frontal, traseira, lateral e angular, ou seja, quando o impacto no veículo acontece em várias partes. Furto: subtração de qualquer coisa alheia sem que haja violência contra a pessoa. Diferente do roubo, em que há o contato com a vítima. Incêndio: destruição ocasionada pelo fogo. Pode acontecer, por exemplo, por causa de panes elétricas, como um curto circuito, por exemplo. Indenização integral: indenização que se caracteriza sempre que os prejuízos e/ou as despesas relativas ao conserto do veículo forem iguais ou superiores a 75% do valor do veículo indicado na apólice. Indenização parcial: ano sofrido pelo veículo cujo custo para reparação ou reposição não atinge 75% do seu valor. Liquidação do sinistro: processo para pagamento da indenização ao segurado, com base no relatório de regulação de sinistro. Nexo causal: relação da ação com o dano sofrido, ou seja, a relação que une a causa ao efeito. Regulação de sinistro: exame das causas e circunstâncias do sinistro para se concluir sobre a cobertura e para apurar se o segurado cumpriu todas as obrigações legais e contratuais. Responsabilidade civil: responsabilidade do segurado decorrente de acidente causado pelo veículo segurado ou pela sua carga durante o transporte. Roubo: é a subtração de bem, mas com o uso de violência. Ou seja, basta haver contato com a vítima, qualquer tipo de ameaça, que deixa de ser caracterizado como furto e passa a ser chamado de roubo. Sinistro: ocorrência de um evento coberto e indenizável, previsto no contrato de seguro. Ou seja, qualquer dano, material ou corporal que acontece com um bem coberto por seguro, como batida, roubo, enchente, etc. Terceiro: pessoa culpada ou prejudicada no acidente, exceto o próprio segurado ou seus ascendentes, descendentes, cônjuge, irmãos e pessoas que com ele residam ou que dependam economicamente. Vistoria de sinistro: inspeção realizada pela seguradora, por intermédio de peritos habilitados, com o objetivo de verificar danos ou prejuízos do veículo após um sinistro. Depois que o sinistro acontece: o que fazer? Depois de um acidente envolvendo o veículo segurado, é preciso: avisar à Seguradora contratada e agendar a vistoria, que avaliará os danos. Quando for possível fazer reparo no veículo e o acidente estiver coberto pelo contrato de seguro, a pessoa segurada já paga a franquia diretamente na oficina, no momento em que retirar o carro. Já quando não é possível fazer reparo no veículo e, mesmo assim, o acidente está coberto pelo contrato de seguro, a Seguradora pagará a indenização integral, de acordo com o valor determinado ou tabela de referência, conforme descrito na apólice.

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O termo “sinistro” é abrangente e, por isso, preparamos este artigo para explicar os vários significados ligados a essa palavra no mundo do seguro auto. Vamos lá?

Sinistro é qualquer acidente que envolva o carro segurado de forma involuntária. Por exemplo: quando o automóvel bate, “sinistro” pode ser usado tanto para a perda total gerada por esse acidente quanto para um simples arranhão em uma lanterna. O termo, porém, não é só utilizado em casos de colisão. 

Temporais, enchentes, roubo, furto, incêndios; além de danos a terceiros também são chamados de sinistros. Além do sinistro, é importante que você conheça outros termos que estão relacionados ao tema. Veja quais:

Aviso de sinistro: comunicação enviada sobre a ocorrência do evento previsto na apólice. Alguns exemplos de sinistro: colisão, roubo ou furto, incêndio, enchente ou alagamento, etc.

Colisão: é a batida propriamente dita do veículo segurado. Há a colisão frontal, traseira, lateral e angular, ou seja, quando o impacto no veículo acontece em várias partes.

Furto: subtração de qualquer coisa alheia sem que haja violência contra a pessoa. Diferente do roubo, em que há o contato com a vítima.

Incêndio: destruição ocasionada pelo fogo. Pode acontecer, por exemplo, por causa de panes elétricas, como um curto circuito, por exemplo.

Indenização integral: indenização que se caracteriza sempre que os prejuízos e/ou as despesas relativas ao conserto do veículo forem iguais ou superiores a 75% do valor do veículo indicado na apólice.

Indenização parcial: ano sofrido pelo veículo cujo custo para reparação ou reposição não atinge 75% do seu valor.

Liquidação do sinistro: processo para pagamento da indenização ao segurado, com base no relatório de regulação de sinistro.

Nexo causal: relação da ação com o dano sofrido, ou seja, a relação que une a causa ao efeito.

Regulação de sinistro: exame das causas e circunstâncias do sinistro para se concluir sobre a cobertura e para apurar se o segurado cumpriu todas as obrigações legais e contratuais.

Responsabilidade civil: responsabilidade do segurado decorrente de acidente causado pelo veículo segurado ou pela sua carga durante o transporte.

Roubo: é a subtração de bem, mas com o uso de violência. Ou seja, basta haver contato com a vítima, qualquer tipo de ameaça, que deixa de ser caracterizado como furto e passa a ser chamado de roubo.

Sinistro: ocorrência de um evento coberto e indenizável, previsto no contrato de seguro. Ou seja, qualquer dano, material ou corporal que acontece com um bem coberto por seguro, como batida, roubo, enchente, etc.

Terceiro: pessoa culpada ou prejudicada no acidente, exceto o próprio segurado ou seus ascendentes, descendentes, cônjuge, irmãos e pessoas que com ele residam ou que dependam economicamente.

Vistoria de sinistro: inspeção realizada pela seguradora, por intermédio de peritos habilitados, com o objetivo de verificar danos ou prejuízos do veículo após um sinistro.

Depois que o sinistro acontece: o que fazer?

Depois de um acidente envolvendo o veículo segurado, é preciso: avisar à Seguradora contratada e agendar a vistoria, que avaliará os danos.

Quando for possível fazer reparo no veículo e o acidente estiver coberto pelo contrato de seguro, a pessoa segurada já paga a franquia diretamente na oficina, no momento em que retirar o carro.

Já quando não é possível fazer reparo no veículo e, mesmo assim, o acidente está coberto pelo contrato de seguro, a Seguradora pagará a indenização integral, de acordo com o valor determinado ou tabela de referência, conforme descrito na apólice.

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Seguro DPVAT: o que é, quais as coberturas e como receber https://blog.tiguardcorretora.com/seguro-dpvat-o-que-e-quais-as-coberturas-e-como-receber/ https://blog.tiguardcorretora.com/seguro-dpvat-o-que-e-quais-as-coberturas-e-como-receber/#respond Tue, 18 Mar 2025 15:29:49 +0000 https://blog.tiguardcorretora.com/?p=1308 Se acidentou no trânsito? Conheça o DPVAT, descubra se você tem direito ao benefício do governo e saiba como solicitar! Quem se envolve em algum acidente de trânsito acaba se deparando com uma sigla até então desconhecida por muitos: DPVAT. Pois se trata de um seguro concedido a todo brasileiro que é vítima de acidente envolvendo transportes terrestres. Embora seja um benefício que não queremos usufruir nunca, é importante que as vítimas de acidentes de trânsito possam contar com esse direito. Afinal, frequentemente, tais eventos causam danos pessoais aos envolvidos. Contudo, ao conhecer melhor o benefício fica mais fácil saber quando é possível solicitá-lo e como proceder em cada caso. Para explicar os detalhes desse seguro e tirar as principais dúvidas, preparamos este post sobre o DPVAT. Siga a leitura e fique por dentro! O que é o seguro DPVAT? Criado em 1974, por meio da Lei n.º 6.194/74, o DPVAT é o seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres, destinado a indenizar vítimas de acidentes de trânsito, sejam eles motoristas, passageiros ou pedestres. Seu pagamento é obrigatório e o recolhimento é feito anualmente com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). O objetivo central é dar suporte financeiro às vítimas de acidentes envolvendo veículos automotores em vias terrestres em todo o território nacional, independentemente da causa do acidente ou do responsável pelo evento. A responsável pela administração do DPVAT atualmente é a Caixa Econômica Federal (CEF). Além de administrar o seguro, ela garante que a população tenha acesso ao benefício. Desse modo, os valores são arrecadados pelas secretarias estaduais da Fazenda e repassados à CEF, que administra as solicitações e os pagamentos. O DPVAT deixou de ser cobrado em 2020 por excesso de recursos para pagamento das indenizações. Mas depois de 3 anos sem arrecadar fundos para o seguro, os recursos para pagar as indenizações chegaram ao fim.  Por isso, um projeto de lei apresentado pelo governo federal que reformula o modelo já conhecido — inclusive seu nome, já que passaria a se chamar “Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito” (SPVAT) — foi apresentado no final de 2023, mas não foi votado a tempo. Portanto, o seguro obrigatório ainda não tem data para retornar por enquanto. Quem tem direito ao seguro DPVAT? Qualquer pessoa que seja vítima de acidente de trânsito no território nacional tem direito ao seguro. Por vítima, entende-se motorista, passageiro ou pedestre, como dissemos acima. Ou seja, quem esteve envolvido em um acidente e sofreu lesões pode solicitar a indenização do DPVAT. É importante salientar que o direito ao recebimento independe do solicitante ser culpado ou não pelo ocorrido. Além disso, o seguro é devido mesmo que o veículo que causou o acidente não esteja em dia com o pagamento. Outro ponto importante é que, caso o veículo não seja identificado, ainda assim as vítimas terão direito ao recebimento da indenização. E as lesões podem ter sido causadas tanto pelo veículo como por sua carga. Além disso, por conta do esgotamento dos fundos que citamos anteriormente, quem precisou solicitar a cobertura do DPVAT depois de 15 de novembro de 2023 vai precisar esperar para receber. Os pagamentos das indenizações pendentes estão previstos para 2024, mas essa informação ainda não foi confirmada, por isso, fique de olho! Quais são as coberturas do seguro DPVAT? Existem três coberturas do DPVAT. A seguir, confira quais são elas e seus respectivos valores de indenização: Vale destacar que o seguro DPVAT não cobre danos materiais, apenas pessoais. Somado a isso, ele também não cobre: Tanto nos casos de reembolso de despesas médico-hospitalares quanto na invalidez permanente, a indenização é paga à própria vítima do acidente. Em caso de impossibilidade de ela receber, o valor é pago ao seu representante legal. Já nos casos de indenização por morte, o valor é pago aos herdeiros — cônjuge e/ou companheira(o) e herdeiros legais — obedecida a ordem da vocação hereditária, visto que eles são considerados os beneficiários a quem é devida a indenização. Caso o beneficiário seja declarado incapaz, o valor será pago a quem tiver a guarda, a tutela, ou a curatela. Além disso, a indenização será paga respeitando o disposto no artigo 792 do Novo Código Civil de 2002, que estabelece: Art. 792 — Na falta de indicação da pessoa ou beneficiário, ou se por qualquer motivo não prevalecer a que for feita, o capital segurado será pago por metade ao cônjuge não separado judicialmente, e o restante aos herdeiros do segurado, obedecida a ordem da vocação hereditária. Parágrafo único — Na falta das pessoas indicadas neste artigo, serão beneficiários os que provarem que a morte do segurado os privou dos meios necessários à subsistência. Como é feita a cobrança do seguro DPVAT? Até 2020, o seguro era pago anualmente por todo proprietário de veículo automotor. A cobrança era feita juntamente ao IPVA, por isso, o pagamento era obrigatório. O preço do DPVAT varia de acordo com a categoria do veículo. A tabela com os valores atualizados está disponível tanto no portal Susep quanto nos sites do Detran de cada Estado. Como receber a indenização do seguro DPVAT? Para acidentes ocorridos até 31/12/2020, a administradora responsável é a Seguradora Líder, que disponibilizou um canal de atendimento exclusivo para recebimento e acompanhamento dos pedidos. A partir de 01/01/2021, a administração do DPVAT está sob responsabilidade da CEF. Desse modo, as indenizações dos acidentes ocorridos a partir de 01/01/2021 até 14/11/2023 podem ser solicitadas em agências da CAIXA em todo o país. Também foi criado o aplicativo DPVAT CAIXA — disponível nas lojas de aplicativos para smartphones, como Google Play e Apple Store — para facilitar a solicitação e o acompanhamento da indenização. Cabe ressaltar que o procedimento para solicitar o pagamento é gratuito, além de bastante simples, não necessitando da ajuda de terceiros ou intermediários. Em caso de dúvidas e dificuldades, a CAIXA disponibiliza aos beneficiários variadas opções de canais de atendimento, como: As indenizações do DPVAT são pagas por seguradoras conveniadas e você mesmo pode dar entrada no pedido. Para isso, confira os

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Se acidentou no trânsito? Conheça o DPVAT, descubra se você tem direito ao benefício do governo e saiba como solicitar!

Quem se envolve em algum acidente de trânsito acaba se deparando com uma sigla até então desconhecida por muitos: DPVAT. Pois se trata de um seguro concedido a todo brasileiro que é vítima de acidente envolvendo transportes terrestres.

Embora seja um benefício que não queremos usufruir nunca, é importante que as vítimas de acidentes de trânsito possam contar com esse direito. Afinal, frequentemente, tais eventos causam danos pessoais aos envolvidos.

Contudo, ao conhecer melhor o benefício fica mais fácil saber quando é possível solicitá-lo e como proceder em cada caso. Para explicar os detalhes desse seguro e tirar as principais dúvidas, preparamos este post sobre o DPVAT. Siga a leitura e fique por dentro!

O que é o seguro DPVAT?

Criado em 1974, por meio da Lei n.º 6.194/74, o DPVAT é o seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres, destinado a indenizar vítimas de acidentes de trânsito, sejam eles motoristas, passageiros ou pedestres. Seu pagamento é obrigatório e o recolhimento é feito anualmente com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

O objetivo central é dar suporte financeiro às vítimas de acidentes envolvendo veículos automotores em vias terrestres em todo o território nacional, independentemente da causa do acidente ou do responsável pelo evento.

A responsável pela administração do DPVAT atualmente é a Caixa Econômica Federal (CEF). Além de administrar o seguro, ela garante que a população tenha acesso ao benefício. Desse modo, os valores são arrecadados pelas secretarias estaduais da Fazenda e repassados à CEF, que administra as solicitações e os pagamentos.

O DPVAT deixou de ser cobrado em 2020 por excesso de recursos para pagamento das indenizações. Mas depois de 3 anos sem arrecadar fundos para o seguro, os recursos para pagar as indenizações chegaram ao fim. 

Por isso, um projeto de lei apresentado pelo governo federal que reformula o modelo já conhecido — inclusive seu nome, já que passaria a se chamar “Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito” (SPVAT) — foi apresentado no final de 2023, mas não foi votado a tempo. Portanto, o seguro obrigatório ainda não tem data para retornar por enquanto.

Quem tem direito ao seguro DPVAT?

Qualquer pessoa que seja vítima de acidente de trânsito no território nacional tem direito ao seguro. Por vítima, entende-se motorista, passageiro ou pedestre, como dissemos acima. Ou seja, quem esteve envolvido em um acidente e sofreu lesões pode solicitar a indenização do DPVAT.

É importante salientar que o direito ao recebimento independe do solicitante ser culpado ou não pelo ocorrido. Além disso, o seguro é devido mesmo que o veículo que causou o acidente não esteja em dia com o pagamento.

Outro ponto importante é que, caso o veículo não seja identificado, ainda assim as vítimas terão direito ao recebimento da indenização. E as lesões podem ter sido causadas tanto pelo veículo como por sua carga.

Além disso, por conta do esgotamento dos fundos que citamos anteriormente, quem precisou solicitar a cobertura do DPVAT depois de 15 de novembro de 2023 vai precisar esperar para receber. Os pagamentos das indenizações pendentes estão previstos para 2024, mas essa informação ainda não foi confirmada, por isso, fique de olho!

Quais são as coberturas do seguro DPVAT?

Existem três coberturas do DPVAT. A seguir, confira quais são elas e seus respectivos valores de indenização:

  • Despesas de Assistência Médica e Despesas Suplementares (DAMS) — reembolsa até R$ 2.700,00 dos valores gastos com despesas médicas, hospitalares e medicamentos em decorrência do acidente;
  • invalidez permanente total ou parcial — indeniza até R$ 13.500,00 pela perda permanente, total ou parcial, de função, força ou movimento de membro que tenha sido afetado pelo acidente;
  • morte — indeniza em até R$ 13.500,00 os herdeiros pela morte da vítima.

Vale destacar que o seguro DPVAT não cobre danos materiais, apenas pessoais. Somado a isso, ele também não cobre:

  • acidentes sem vítimas;
  • acidentes ocorridos fora do território nacional;
  • danos pessoais causados por outros meios que não veículos automotores de via terrestre;
  • multas e fianças do condutor;
  • acidentes com veículos estrangeiros.

Tanto nos casos de reembolso de despesas médico-hospitalares quanto na invalidez permanente, a indenização é paga à própria vítima do acidente. Em caso de impossibilidade de ela receber, o valor é pago ao seu representante legal.

Já nos casos de indenização por morte, o valor é pago aos herdeiros — cônjuge e/ou companheira(o) e herdeiros legais — obedecida a ordem da vocação hereditária, visto que eles são considerados os beneficiários a quem é devida a indenização.

Caso o beneficiário seja declarado incapaz, o valor será pago a quem tiver a guarda, a tutela, ou a curatela. Além disso, a indenização será paga respeitando o disposto no artigo 792 do Novo Código Civil de 2002, que estabelece:

Art. 792 — Na falta de indicação da pessoa ou beneficiário, ou se por qualquer motivo não prevalecer a que for feita, o capital segurado será pago por metade ao cônjuge não separado judicialmente, e o restante aos herdeiros do segurado, obedecida a ordem da vocação hereditária.

Parágrafo único — Na falta das pessoas indicadas neste artigo, serão beneficiários os que provarem que a morte do segurado os privou dos meios necessários à subsistência.

Como é feita a cobrança do seguro DPVAT?

Até 2020, o seguro era pago anualmente por todo proprietário de veículo automotor. A cobrança era feita juntamente ao IPVA, por isso, o pagamento era obrigatório. O preço do DPVAT varia de acordo com a categoria do veículo. A tabela com os valores atualizados está disponível tanto no portal Susep quanto nos sites do Detran de cada Estado.

Como receber a indenização do seguro DPVAT?

Para acidentes ocorridos até 31/12/2020, a administradora responsável é a Seguradora Líder, que disponibilizou um canal de atendimento exclusivo para recebimento e acompanhamento dos pedidos. A partir de 01/01/2021, a administração do DPVAT está sob responsabilidade da CEF.

Desse modo, as indenizações dos acidentes ocorridos a partir de 01/01/2021 até 14/11/2023 podem ser solicitadas em agências da CAIXA em todo o país. Também foi criado o aplicativo DPVAT CAIXA — disponível nas lojas de aplicativos para smartphones, como Google Play e Apple Store — para facilitar a solicitação e o acompanhamento da indenização.

Cabe ressaltar que o procedimento para solicitar o pagamento é gratuito, além de bastante simples, não necessitando da ajuda de terceiros ou intermediários. Em caso de dúvidas e dificuldades, a CAIXA disponibiliza aos beneficiários variadas opções de canais de atendimento, como:

  • site — acessar o site da CAIXA > Benefícios e Programas > DPVAT;
  • central telefônica — por meio do número 0800-726-0207;
  • atendimento presencial — agências da CAIXA;
  • central de ajuda — disponível no app DPVAT CAIXA.

As indenizações do DPVAT são pagas por seguradoras conveniadas e você mesmo pode dar entrada no pedido. Para isso, confira os documentos necessários para cada tipo de indenização:

DOCUMENTOMORTE*INVALIDEZMÉDICO-HOSPITALAR
Boletim de ocorrência policial original ou fotocópia autenticada (frente e verso)✔✔✔
Certidão de Óbito (original ou fotocópia autenticada)✔XX
CPF – fotocópia (frente e verso)✔✔✔
Carteira de Identidade – fotocópia✔✔✔
Laudo do Instituto Médico Legal (IML)✔✔✔
Comprovante de residência✔ (B)✔✔
Boletim do primeiro atendimento hospitalar ou ambulatorialX✔✔
Comprovante do pagamento do DPVAT (no caso de a vítima ser o proprietário do veículo acidentado) – fotocópiaX✔✔
Conta bancária/cópia dos dados bancários✔ (B)✔✔
Autorização de pagamento/crédito de indenização de sinistro -Seguro DPVAT✔ (B)XX
Prontuário médico – fotocópia;X✔✔
Relatório do dentista (se for o caso)XX✔
Comprovante de pagamento (recibos ou notas fiscais) de honorários e de despesas médicas, assim como as respectivas requisições ou receituários – originaisXX✔
(B) Documento referente ao beneficiário.
*Consulte documentos para cada tipo de beneficiário no site http://www.susep.gov.br/

Prazo do pedido de indenização

É importante ficar atento ao prazo para dar entrada no pedido de indenização do seguro DPVAT. Contando a partir da data do acidente, são três anos para fazer essa solicitação. Para os casos de invalidez ainda em tratamento a contagem começa na data de emissão do laudo do Instituto Médico Legal (IML).

Acompanhe o seu pedido pelo SAC oficial do DPVAT: 0800-726-0207 ou 111 (opções 8 e 1).

É importante atentar ao prazo para dar entrada no pedido de indenização do seguro DPVAT. De modo geral, o interessado tem até três anos para fazer essa solicitação. Tal prazo é contado da seguinte forma:

  • para despesas médico-hospitalares, o prazo de solicitação é de 3 anos, a partir da data do acidente;
  • para os casos de invalidez, a contagem começa na data em que a vítima tomou ciência do caráter permanente da invalidez;
  • para os casos de morte da vítima, os beneficiários podem solicitar a indenização em até 3 anos a partir da data do óbito.

Cuidado com o golpe do DPVAT

Todo serviço que envolve indenização em dinheiro é alvo de golpistas em busca de pessoas desavisadas para pegar o valor do beneficiário. Para não cair no golpe do seguro DPVAT, não envolva terceiros no pedido e em todo o processo para receber a indenização.

Qual é a importância do DPVAT?

Apesar de não cobrir danos materiais, o DPVAT garante indenizações para toda vítima de acidentes de trânsito que tenha sido causado por veículo automotor em vias terrestres, como vimos.

O fato de pagar a indenização independentemente da apuração de culpa e de incluir pessoas que também estejam fora dos veículos (como no caso de atropelamento) faz dele um seguro amplo e com uma importante função social.

Além disso, embora seu pagamento seja obrigatório, o Estado decidiu por indenizar a vítima mesmo que o veículo envolvido no sinistro esteja em dívida em relação ao seguro. Afinal, a vítima não pode ficar descoberta por um erro de terceiro.

Gostou de conhecer mais sobre o seguro DPVAT? Já sabe como solicitar a indenização caso seja vítima de um acidente de trânsito? Embora ninguém espere passar por uma situação dessas, é importante saber o que fazer, caso aconteça, bem como ter atenção às coberturas e aos danos que são efetivamente indenizados.

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Fonte: Blog Porto

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Qual o melhor seguro auto para você? 6 dicas para descobrir https://blog.tiguardcorretora.com/qual-o-melhor-seguro-auto-para-voce-6-dicas-para-descobrir/ https://blog.tiguardcorretora.com/qual-o-melhor-seguro-auto-para-voce-6-dicas-para-descobrir/#respond Sun, 09 Feb 2025 02:33:30 +0000 https://blog.tiguardcorretora.com/?p=993 Proteger seu carro com um seguro auto é fundamental para garantir sua tranquilidade em caso de imprevistos, como roubos, colisões ou danos causados por terceiros. No entanto, com tantas opções disponíveis no mercado, pode ser difícil escolher o seguro ideal para suas necessidades e orçamento. Pensando nisso, elaboramos este artigo com 6 dicas importantes que vão te ajudar a encontrar o seguro auto perfeito para você. 1. Avalie suas necessidades O primeiro passo para escolher o melhor seguro auto é avaliar suas necessidades. Pense em quais coberturas são importantes para você, como proteção contra roubo e furto, colisão, incêndio, danos a terceiros, assistência 24 horas, entre outras. Considere também o valor do seu carro, seu perfil de motorista e sua região de moradia, pois esses fatores influenciam no preço do seguro. 2. Pesquise e compare Após definir suas necessidades, pesquise as opções de seguros auto disponíveis no mercado. Compare as coberturas, os preços, as condições gerais e a reputação das seguradoras. Utilize sites comparadores de seguros para facilitar a pesquisa e ter uma visão geral das opções disponíveis. 3. Consulte um corretor Um corretor de seguros é um profissional especializado que pode te ajudar a encontrar o seguro auto ideal para você. Ele pode te apresentar diferentes opções de seguros, explicar as coberturas e os preços, e te ajudar a escolher a melhor opção para suas necessidades. 4. Leia atentamente a apólice Antes de contratar um seguro auto, leia atentamente a apólice. Verifique as coberturas, os riscos excluídos, as condições gerais e as informações sobre o pagamento do prêmio e a indenização em caso de sinistro. Em caso de dúvidas, não hesite em perguntar ao corretor ou à seguradora. 5. Verifique a reputação da seguradora Antes de contratar um seguro auto, verifique a reputação da seguradora. Pesquise sobre a empresa na internet, veja se há reclamações em sites como o Reclame Aqui e verifique se ela é registrada na Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). 6. Pense no longo prazo Ao escolher um seguro auto, pense no longo prazo. Leve em consideração suas necessidades futuras e a possibilidade de mudar de carro, de casa ou de trabalho. Escolha um seguro que seja flexível e que possa ser adaptado às suas mudanças de vida. Outras dicas importantes: Seguindo essas dicas, você estará mais preparado para escolher o melhor seguro auto para você e proteger seu carro com segurança e tranquilidade. Deseja fazer uma cotação? Fala conosco e tenha a melhor opção de forma personalizada pra você!

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Proteger seu carro com um seguro auto é fundamental para garantir sua tranquilidade em caso de imprevistos, como roubos, colisões ou danos causados por terceiros. No entanto, com tantas opções disponíveis no mercado, pode ser difícil escolher o seguro ideal para suas necessidades e orçamento.

Pensando nisso, elaboramos este artigo com 6 dicas importantes que vão te ajudar a encontrar o seguro auto perfeito para você.

1. Avalie suas necessidades

O primeiro passo para escolher o melhor seguro auto é avaliar suas necessidades. Pense em quais coberturas são importantes para você, como proteção contra roubo e furto, colisão, incêndio, danos a terceiros, assistência 24 horas, entre outras.

Considere também o valor do seu carro, seu perfil de motorista e sua região de moradia, pois esses fatores influenciam no preço do seguro.

2. Pesquise e compare

Após definir suas necessidades, pesquise as opções de seguros auto disponíveis no mercado. Compare as coberturas, os preços, as condições gerais e a reputação das seguradoras.

Utilize sites comparadores de seguros para facilitar a pesquisa e ter uma visão geral das opções disponíveis.

3. Consulte um corretor

Um corretor de seguros é um profissional especializado que pode te ajudar a encontrar o seguro auto ideal para você. Ele pode te apresentar diferentes opções de seguros, explicar as coberturas e os preços, e te ajudar a escolher a melhor opção para suas necessidades.

4. Leia atentamente a apólice

Antes de contratar um seguro auto, leia atentamente a apólice. Verifique as coberturas, os riscos excluídos, as condições gerais e as informações sobre o pagamento do prêmio e a indenização em caso de sinistro.

Em caso de dúvidas, não hesite em perguntar ao corretor ou à seguradora.

5. Verifique a reputação da seguradora

Antes de contratar um seguro auto, verifique a reputação da seguradora. Pesquise sobre a empresa na internet, veja se há reclamações em sites como o Reclame Aqui e verifique se ela é registrada na Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).

6. Pense no longo prazo

Ao escolher um seguro auto, pense no longo prazo. Leve em consideração suas necessidades futuras e a possibilidade de mudar de carro, de casa ou de trabalho.

Escolha um seguro que seja flexível e que possa ser adaptado às suas mudanças de vida.

Outras dicas importantes:

  • Não escolha o seguro mais barato: o seguro mais barato nem sempre é a melhor opção. Leve em consideração as coberturas, a reputação da seguradora e a qualidade do atendimento.
  • Pague o prêmio em dia: o atraso no pagamento do prêmio pode levar à suspensão do seguro e à perda da cobertura em caso de sinistro.
  • Mantenha seus dados atualizados: informe à seguradora qualquer mudança em seus dados pessoais ou nos dados do veículo segurado.

Seguindo essas dicas, você estará mais preparado para escolher o melhor seguro auto para você e proteger seu carro com segurança e tranquilidade. Deseja fazer uma cotação? Fala conosco e tenha a melhor opção de forma personalizada pra você!

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Engarrafamento no trânsito: dicas de segurança e como evitar https://blog.tiguardcorretora.com/engarrafamento-no-transito-dicas-de-seguranca-e-como-evitar/ https://blog.tiguardcorretora.com/engarrafamento-no-transito-dicas-de-seguranca-e-como-evitar/#respond Sun, 09 Feb 2025 02:29:15 +0000 https://blog.tiguardcorretora.com/?p=988 Quem nunca ficou parado no trânsito, seja a caminho do trabalho, de casa ou de um passeio? O engarrafamento é um problema comum nas grandes cidades e pode ser bastante estressante. Além de tomar tempo, ele também pode aumentar o risco de acidentes. Por isso, é importante saber como se comportar em um engarrafamento e conhecer algumas dicas para evitá-lo. Neste artigo, vamos abordar esses dois temas para que você possa enfrentar o trânsito com mais segurança e tranquilidade. Dicas de segurança durante o engarrafamento Como evitar o engarrafamento Outras dicas importantes Seguindo essas dicas, você estará mais preparado para enfrentar o engarrafamento no trânsito com segurança e tranquilidade. Caso algum imprevisto acontença no trânsito um seguro auto te ajuda a resolver o problema com facilidade. Faça uma cotação rápida aqui!

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Quem nunca ficou parado no trânsito, seja a caminho do trabalho, de casa ou de um passeio? O engarrafamento é um problema comum nas grandes cidades e pode ser bastante estressante. Além de tomar tempo, ele também pode aumentar o risco de acidentes.

Por isso, é importante saber como se comportar em um engarrafamento e conhecer algumas dicas para evitá-lo. Neste artigo, vamos abordar esses dois temas para que você possa enfrentar o trânsito com mais segurança e tranquilidade.

Dicas de segurança durante o engarrafamento

  • Mantenha a calma: o engarrafamento pode ser frustrante, mas é importante manter a calma para evitar comportamentos impulsivos e perigosos.
  • Mantenha distância do veículo da frente: a distância de segurança é fundamental para evitar colisões em caso de freadas bruscas.
  • Use o cinto de segurança: o cinto de segurança é obrigatório e fundamental para proteger você em caso de acidentes.
  • Não use o celular: o celular é uma das principais causas de distração no trânsito. Evite usá-lo enquanto dirige, mesmo que o carro esteja parado.
  • Fique atento aos retrovisores: os retrovisores são importantes para que você tenha uma visão geral do que está acontecendo ao seu redor.
  • Sinalize suas intenções: use as setas para indicar que você vai mudar de faixa ou fazer uma conversão.
  • Seja paciente: o engarrafamento é uma situação temporária. Tenha paciência e espere o trânsito fluir.

Como evitar o engarrafamento

  • Planeje seu trajeto: pesquise rotas alternativas e evite horários de pico.
  • Use aplicativos de trânsito: aplicativos como o Waze e o Google Maps podem te ajudar a encontrar caminhos mais rápidos e a evitar engarrafamentos.
  • Saia de casa mais cedo: sair de casa mais cedo pode te dar mais tempo para enfrentar o trânsito e evitar atrasos.
  • Use o transporte público: o transporte público é uma ótima opção para evitar o trânsito, principalmente nos grandes centros urbanos.
  • Compartilhe carona: compartilhar carona com amigos ou colegas de trabalho pode ajudar a diminuir o número de carros nas ruas e, consequentemente, o número de engarrafamentos.
  • Seja um motorista consciente: respeite as leis de trânsito, dirija com atenção e evite comportamentos que possam prejudicar o trânsito.

Outras dicas importantes

  • Mantenha seu carro em bom estado: um carro em bom estado é menos propenso a apresentar problemas que podem causar engarrafamentos.
  • Tenha sempre água e lanche no carro: em caso de engarrafamentos mais longos, é importante ter água e lanche à mão.
  • Procure se informar sobre as condições do trânsito: antes de sair de casa, procure se informar sobre as condições do trânsito para evitar surpresas.

Seguindo essas dicas, você estará mais preparado para enfrentar o engarrafamento no trânsito com segurança e tranquilidade. Caso algum imprevisto acontença no trânsito um seguro auto te ajuda a resolver o problema com facilidade. Faça uma cotação rápida aqui!

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Problemas no carro: conheça os principais e descubra como evitá-los https://blog.tiguardcorretora.com/problemas-no-carro-conheca-os-principais-e-descubra-como-evita-los/ https://blog.tiguardcorretora.com/problemas-no-carro-conheca-os-principais-e-descubra-como-evita-los/#respond Sun, 09 Feb 2025 02:26:33 +0000 https://blog.tiguardcorretora.com/?p=985 Seu carro é seu companheiro de aventuras, trabalho e dia a dia. Por isso, mantê-lo em bom estado é essencial para garantir sua segurança, conforto e evitar dores de cabeça. Mas, como todo veículo, está sujeito a apresentar problemas. Neste artigo, vamos abordar os principais problemas que podem surgir no seu carro e dar dicas de como evitá-los, para que você possa rodar sempre tranquilo e sem imprevistos. Pane elétrica: um susto que pode ser evitado Quem nunca passou pelo sufoco de virar a chave e o carro não pegar? A pane elétrica é um dos problemas mais comuns e pode ter diversas causas, como bateria descarregada, fusíveis queimados ou problemas no alternador. Como evitar: Superaquecimento do motor: cuidado para não fundir! O superaquecimento do motor é um problema sério que pode causar danos graves, como o temido “motor fundido”. As causas são diversas, como falta de água no radiador, problemas na bomba d’água ou no termostato. Como evitar: Pneus: a segurança que rola sobre eles Os pneus são os únicos pontos de contato do carro com o solo, por isso, mantê-los em bom estado é fundamental para a segurança. Pneus desgastados, murchos ou com problemas podem comprometer a dirigibilidade e aumentar o risco de acidentes. Como evitar: Freios: a importância de parar com segurança Os freios são um dos itens de segurança mais importantes do carro. Por isso, é fundamental mantê-los em bom estado e fazer revisões periódicas. Como evitar: Outros problemas comuns: Dicas importantes: Seguindo essas dicas, você estará cuidando do seu carro e garantindo sua segurança, conforto e tranquilidade. Porém, caso passe por alguma emergência o seguro auto te protege em todos os momentos 24h/dia. Faça uma cotação gratuita agora mesmo!

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Seu carro é seu companheiro de aventuras, trabalho e dia a dia. Por isso, mantê-lo em bom estado é essencial para garantir sua segurança, conforto e evitar dores de cabeça. Mas, como todo veículo, está sujeito a apresentar problemas.

Neste artigo, vamos abordar os principais problemas que podem surgir no seu carro e dar dicas de como evitá-los, para que você possa rodar sempre tranquilo e sem imprevistos.

Pane elétrica: um susto que pode ser evitado

Quem nunca passou pelo sufoco de virar a chave e o carro não pegar? A pane elétrica é um dos problemas mais comuns e pode ter diversas causas, como bateria descarregada, fusíveis queimados ou problemas no alternador.

Como evitar:

  • Verifique a bateria regularmente: cheque os polos, o nível de água (se for o caso) e a carga da bateria.
  • Troque a bateria no tempo certo: a vida útil da bateria varia, mas geralmente dura de 2 a 3 anos. Fique atento aos sinais de fraqueza, como dificuldade para dar partida.
  • Inspecione os fusíveis: verifique se há fusíveis queimados e substitua-os se necessário.
  • Faça revisões preventivas: um eletricista pode identificar e corrigir problemas elétricos antes que eles causem uma pane.

Superaquecimento do motor: cuidado para não fundir!

O superaquecimento do motor é um problema sério que pode causar danos graves, como o temido “motor fundido”. As causas são diversas, como falta de água no radiador, problemas na bomba d’água ou no termostato.

Como evitar:

  • Verifique o nível de água do radiador: faça isso regularmente, com o motor frio.
  • Mantenha o sistema de arrefecimento em bom estado: troque o líquido de arrefecimento no prazo recomendado e verifique mangueiras e conexões.
  • Não force o motor em situações extremas: evite acelerações bruscas e subidas íngremes em dias muito quentes.

Pneus: a segurança que rola sobre eles

Os pneus são os únicos pontos de contato do carro com o solo, por isso, mantê-los em bom estado é fundamental para a segurança. Pneus desgastados, murchos ou com problemas podem comprometer a dirigibilidade e aumentar o risco de acidentes.

Como evitar:

  • Calibre os pneus regularmente: siga as recomendações do fabricante e calibre os pneus a cada 15 dias ou semanalmente.
  • Faça o rodízio dos pneus: isso garante o desgaste uniforme e aumenta a durabilidade.
  • Verifique o alinhamento e balanceamento: esses serviços garantem que os pneus se desgastem de forma correta e evitam vibrações no volante.

Freios: a importância de parar com segurança

Os freios são um dos itens de segurança mais importantes do carro. Por isso, é fundamental mantê-los em bom estado e fazer revisões periódicas.

Como evitar:

  • Verifique o nível do fluido de freio: faça isso regularmente e complete se necessário.
  • Troque as pastilhas e discos de freio no tempo certo: siga as recomendações do fabricante e fique atento a ruídos ou vibrações ao frear.
  • Faça revisões preventivas: um mecânico pode identificar e corrigir problemas nos freios antes que eles causem um acidente.

Outros problemas comuns:

  • Vazamentos: de óleo, água, fluido de freio, etc.
  • Problemas na suspensão: amortecedores, molas, etc.
  • Problemas na transmissão: câmbio, embreagem, etc.
  • Problemas no escapamento: furos, ruídos, etc.

Dicas importantes:

  • Faça revisões preventivas regularmente: essa é a melhor forma de identificar e corrigir problemas antes que eles se tornem graves.
  • Use peças de qualidade: peças originais ou de marcas confiáveis garantem a durabilidade e o bom funcionamento do carro.
  • Confie em um mecânico de confiança: um profissional qualificado pode identificar e corrigir problemas com segurança e eficiência.
  • Dirija com cuidado: evite acelerações e frenagens bruscas, não force o motor e respeite os limites de velocidade.

Seguindo essas dicas, você estará cuidando do seu carro e garantindo sua segurança, conforto e tranquilidade. Porém, caso passe por alguma emergência o seguro auto te protege em todos os momentos 24h/dia. Faça uma cotação gratuita agora mesmo!

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